O Acaso.
Au Hasard
Au hasard une épopée, mais bien finie maintenant,
Tous les actes sont prisonniers
D'esclaves à barbe d'ancêtre
Et les paroles coutumières
Ne valent que dans leur mémoire.
(...)
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Fpnt
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Falando.
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Fpnt
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Falando.
O expresso do oriente
Rasga a noite
Passa rente
E leva tanta gente
Que eu até
Perdi a conta
Eu nem te contei
Uma novidade quente
Eu nem te contei
Eu estive fora uns dias
Numa onda diferente
E provei tantas frutas
Que te deixariam tonta
Eu nem te falei
Da vertigem
Que se sente
Eu nem te falei
Que te procurei
Pra me confessar
Eu chorava de amor
E não porque sofria
Mas você chegou
Já era dia
E não estava sozinha
Eu estive fora uns dias
Eu te odiei uns dias
Eu quis te matar
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Fpnt
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Falando.
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Fpnt
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16:25
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Falando.
A indelicatessen toma forma...
Formas.
Dezenas,
milhares.
O mundo é cinza,
feio,
tem erupções na face e olha de lado,
como se essa fosse a pose dos grandes homens.
E ainda se acha deliciousment poderoso em seu micro-pod[r]er.
É medíocre.
O Mundo é banana.
Banana nanica verde, daquelas que amarra a boca só de pensar em moder.
O Mundo é xepa,
é fim de feira, onde todos disputam o melhor pedaço... (do resto)
O mundo tem uma maçã que estraga tudo:
É a maçã-poder que corrói a todas as outras do cesto.
O mundo tem uma psico-maçã que estraga tudo:
A medíocre maçã-tudo-posso que ignora a todas as outras do cesto.
O mundo tem uma maçã-podre-que-estraga-estraga tudo.
É a maçã... A maçã colhida individualmente na xepa, que torce a boca, amarra a boca, poderosa. A maçã auto-autruísta.
É esse podre, "eu".
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Fpnt
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22:09
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Falando.